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15 Maio, 2012

Neymar comemora título paulista com faixa “100% Jesus”

Palavra profética ao astro afirma que ele seria um instrumento de Deus e um jogador importante no mundo do futebol.

Após a partida que consagrou seu time como campeão paulista deste ano, duas coisas chamaram a atenção. A superfície de uma das chuteiras que usou no Morumbi trazia o nome de sua mãe, Nadine, uma justa homenagem pelo dia das mães.
A outra coisa a chamar a atenção nas imagens do jogador durante a entrevista é que, além das chuteiras com o nome da mãe, ficou apenas de sunga e com uma faixa na cabeça que dizia “100% Jesus”.
Embora não goste de aparecer, dona Nadine sempre influenciou as decisões do filho. Evangélica devota, ela fazia o filho usar na adolescência uma faixa na testa escrita “Jesus” para protegê-lo. Mas seu pai aconselhou-o a não usar mais porque os companheiros acusavam Neymar de “mascarado”.
Dois anos atrás, quando Neymar brigou com o então técnico do Santos, Dorival Júnior, foram as lágrimas de Nadine que convenceram Neymar de seu erro. Admitindo ser errado peitar a autoridade do técnico, a pedido da mãe o jogador pediu perdão.
O astro milionário tem um estilo de vida que não condiz muito com quem foi criado indo à igreja evangélica com os pais. Com um filho fora do casamento, Davi Lucca, e aparição constante em festas regadas a bebida e cercado de mulheres, Neymar não parece lembrar do que aprender nos bancos da igreja que pertence desde os 8 anos de idade. Mas até hoje dona Nadine ainda doa parte do salário do filho como dízimo à igreja Batista Peniel, que frequenta com a família.
Recentemente, o atacante usou a prerrogativa do programa Fantástico de deixar os artilheiros escolherem uma música para pedir músicas evangélicas. Além disso, participou de um clip do grupo gospel Ao Cubo.
Embora tenha prometido ficar no Brasil até a Copa de 2014, muitos jornalistas especializados em futebol dão como certa sua transferência para o futebol europeu em breve, provavelmente para o Barcelona.
Curiosamente, no início deste ano o site evangélico espanhol “Protestante Digital” publicou uma matéria onde o pastor Newton Lobato, que batizou Neymar em 2008, conta que, deu uma palavra profética ao jogador quando ele ainda era criança. Na ocasião, Lobato anunciou diante da igreja que Neymar seria um instrumento de Deus e um jogador importante no mundo do futebol.
Ao menos em parte, fica claro que a segunda parte da profecia está se cumprindo. O tempo dirá se a primeira também se cumprirá. GospelPrime
 

09 Maio, 2012

ARTIGO: PERIGOS SUTIS


Vemos com tristeza que dia após dia milhares de pessoas buscam a Cristo não porque Ele é o tesouro maior e mais valioso, mas porque desejam apenas receber bênçãos espirituais. A cada dia multiplicam-se os pregadores da prosperidade financeira, os “curandeiros evangélicos” com suas toalhas “ungidas” e “unções” descabidas. No meio da parafernália mística e dos descalabros de uma liderança que a cada momento se acha mais que superpoderosa com suas “reivindicações” vemos uma multidão de crentes doentes, fracos e famita.
O “evangelho” pregado na maioria das igrejas hoje é muito diferente daquele que Jesus pregou. Essa diferença é realçada principalmente quando comparamos a confiança no poder de Deus com a dependência de nossas próprias habilidades. Hoje em dia muitos crentes estão sendo levados a confiar em suas próprias capacidades; as pregações falam de sonhos, de desejos, de conquistas e as pessoas são levadas a firmarem sua fé em realizações pessoais. Desse modo, não há limites para o que podemos pensar quando combinamos ingenuidade, imaginação e inovação com habilidade e esforço. O problema não é ter metas na vida. Podemos sonhar e lutar para conquistar objetivos na vida. O maior perigo reside quando nos damos conta de que a meta final era apenas algo humano e mortal. O problema da cristandade contemporânea é a pregação de que nossa habilidade é o que temos de mais precioso.
Estes são perigos sutis, porque na aparência parecem dignos e até meritórios, mas na verdade escondem uma ideia enganosa. O “evangelho” atual prega que qualquer um pode alcançar o que quiser se crer e confiar em si mesmo. Mas o Evangelho de Cristo possui prioridades diferentes; o Evangelho de Cristo nos chama a morrer para nós mesmos, nos convida a entrar na presença de Deus e a contemplar nossa incapacidade de alcançar qualquer coisa sem Ele. Foi por isso que Jesus declarou: “Eu sou a videira; vós sois os ramos. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer” (João 15:5).
Outro perigo sutil que esse “evangelho” tem lançado às mentes é que tudo aquilo que conquistamos traz engrandecimento pessoal. Ou seja, Deus nos serve para a nossa própria glória. Não há nada mais terrível e herético que essa ideia. Se não bastasse a ideia de criar nas pessoas a falsa ideia de que elas podem alcançar o que quiserem com sua própria força de vontade, o pior é quando as pessoas se engrandecem e se orgulham de suas conquistas e ainda dão “glória a Deus” para selar suas conquistas pessoais.
O objetivo do Evangelho é engrandecer a Deus, não a nós mesmos. Deus ama Sua glória mais do que a nós mesmo, pois o Seu supremo propósito é glorificar a Si mesmo e desfrutar de Sua glória para sempre. Jonathan Edwards disse certa vez: “Tudo o que as Escrituras mencionam como propósito final da obra de Deus encontra-se incluído nesta única expressão: a glória de Deus”. Isso é o que John Piper fala de O Teocentrismo de Deus, ou seja, o compromisso máximo de Deus é consigo mesmo e não conosco.
Infelizmente a maioria das pessoas busca um “evangelho” antropocêntrico, baseado nas satisfações e objetivos pessoais. Mas quando olhamos as Escrituras observamos claramente que não devemos confiar no ser humano: “Não confieis mais no homem, cuja vida é um sopro; pois qual é o seu valor?” (Isaías 2:22). A Escritura nos declara que Deus age por amor de Si mesmo: “Faço isso por amor de mim, por amor de mim; por acaso deixaria o meu nome ser profanado? Não darei a minha glória a nenhum outro” (Isaías 48:11). Por que Deus nos predestinou em amor para sermos Seus filhos? Não foi algo que nós fizemos, mas “para o louvor da glória da sua graça, que nos deu gratuitamente no Amado” (Efésios 1:6,12,14).
Que tristeza é ver milhares de pessoas correndo atrás de falsas esperanças, confiando em si mesmas, levadas a perseguir sonhos que no final se tornarão pesadelos terríveis. O pior é pensar que muitos desses pensam estar no caminho de Deus quando na verdade não perceberam que estão sendo enganos, perigos sutis que poderiam ser evitados se tão somente dessem atenção à Palavra de Deus.
Ouçamos a mesma advertência de Jeremias: “Assim diz o SENHOR dos Exércitos: Não deis ouvidos às palavras dos profetas, que vos profetizam, enchendo-vos de ilusões; falam da visão do próprio coração, não da boca do SENHOR” (Jeremias 23:16). Jerusalém não ouviu a advertência do Senhor e o final foi destruição e exílio. Sejamos mais sensatos e não nos deixemos levar por ideias humanas.

Gilson Souto M. Junior  é pastor sênior da Igreja Batista do Estoril e conselheiro do JCG.

CD de Aline Sing já chegou da fábrica


O primeiro CD da cantora Aline Sing, intitulado “Te Adorar”, chegou da fábrica esta semana e, em breve, estará disponível nas principais lojas do País. 
Um CD completo, perfeito para todas as ocasiões, “Te Adorar” reúne 10 faixas inéditas com o melhor do Louvor e Adoração, incluindo músicas congregacionais, pop e muita celebração. Mensagens de fé, prosperidade e entrega a Deus recheiam o repertório, que tem como destaque as canções “Quando Fecho Os Olhos”, “Vou Prosperar” e “No Teu Nome”, além, é claro, da lindíssima faixa que intitula o projeto. Para os mais românticos, uma ótima pedida é a música “O Amor”, escrita pela própria cantora, que assina outras quatro músicas do álbum.
Neste trabalho, Aline Sing espera ser usada por Deus para levar a Palavra da Salvação. “Vou levar a palavra de Deus a muitos, mostrando que só Ele pode fazer a verdadeira mudança na vida das pessoas e trazer salvação. Meu desejo é que, através da minha vida, muitas outras sejam alcançadas por Jesus”, destaca.

Aline Sing
Nascida e criada em um lar evangélico, Aline Sing tem 25 anos e é casada com o músico Raphael Coutinho. A jovem, que também é compositora, começou a cantar aos três anos em igrejas do bairro Botafogo, no Rio de Janeiro, onde morava.
Durante sua caminhada, já liderou projetos como coral de jovens e ministérios de louvor e infantil. As experiências com a música ainda incluem apresentações em casamentos, gravação de jingles e spots para comerciais e participação em corais e backing vocals. 
Aos 11 anos, Aline compôs sua primeira música, “Pegue Uma Estrela”, com letra simples e educativa no estilo infantil. “Eu não me considerava uma compositora e tinha muita vergonha de mostrar minhas canções para outras pessoas. Hoje, mais madura tanto na música como espiritualmente, pude perceber que esse é o chamado de Deus para a minha vida. Quando vou compor, me preparo com oração e procuro utilizar passagens bíblicas; mas, em outras ocasiões, lembro de algum acontecimento e naturalmente o Senhor vai me conduzindo para a música propriamente dita”, explica a cantora.
Os que admiram uma boa música gospel e não querem perder tempo, já podem adquirir o produto pelo Line Shopping (WWW.linerecordsshop.com.br) ou pelo Televendas (21) 2461-1515.
Confira, no vídeo abaixo, a primeira música de trabalho do álbum “Te Adorar”:

07 Maio, 2012

“DIA DAS MÃES”: TUDO COMEÇOU NUM CULTO EVANGÉLICO



Uma promessa mudou para sempre o calendário de datas comemorativas dos Estados Unidos e de várias outras nações. A filha jurou à mãe criar o "Dia das Mães". Nove anos mais tarde, a promessa foi cumprida.
Mas, em seguida, veio o arrependimento.

A história da criação do Dia das Mães começa nos Estados Unidos, em maio de 1905, em uma pequena cidade do Estado da Virgínia Ocidental. Foi lá que a filha de pastores evangélicos Anna Jarvis e algumas amigas começaram um movimento para instituir um dia em que todas as crianças se lembrassem e homenageassem as suas mães.
A ideia do movimento era fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais. Para Anna a data tinha um significado mais especial: homenagear a própria mãe, Ann Marie Reeves Jarvis, falecida naquele mesmo ano. Ann Marie tinha almejado um feriado especial para honrar as mães. E Anna jurou terminar o trabalho que ela havia começado.
Durante três anos seguidos, Anna lutou para que fosse criado o Dia das Mães. Em 10 de maio de 1908, ela conseguiu que fosse celebrado um culto em homenagem às mães na Igreja Metodista Andrews, da cidade de Grafton (Virgínia Ocidental). Anna nasceu em 1864 na cidade de Webster, no mesmo Estado, e mudou-se para Grafton, antes dos 2 anos .
A primeira celebração oficial do Dia das Mães aconteceu somente dois anos depois, em 26 de abril de 1910, quando o governador William E. Glasscock incorporou o Dia das Mães ao calendário de datas comemorativas daquele estado. Virgínia Ocidental se tornou o primeiro a reconhecer a data oficialmente. Mas rapidamente outros estados norte-americanos aderiram à comemoração.
Em 1914, o então presidente dos Estados Unidos, Woodrow Wilson (1913-1921), unificou a celebração em todos os estados, estabelecendo que o Dia Nacional das Mães deveria ser comemorado sempre no segundo domingo de maio. A sugestão foi da própria Anna Jarvis.

"Não criei o dia das mães para ter lucro" 
O sonho foi realizado, mas, ironicamente, o Dia das Mães se tornou uma data triste para Anna Jarvis. A popularidade do feriado fez com que a data se tornasse um dia lucrativo para os comerciantes - principalmente para os que vendiam cravos brancos, flor que simboliza a maternidade -. "Não criei o dia as mães para ter lucro", disse indignada a um repórter, em 1923. Neste mesmo ano, ela entrou com um processo para cancelar o Dia das Mães, sem sucesso. Anna passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Na maioria das ocasiões, utilizava o próprio dinheiro para levar a causa a diante. Dizia que as pessoas não agradecem frequentemente o amor que recebem de suas mães. "O amor de uma mãe é diariamente novo", afirmou certa vez. Anna morreu em 1948, aos 84 anos. Recebeu cartões comemorativos vindos do mundo todos, por anos seguidos, mas nunca chegou a ser mãe, ironicamente.


Cravos: símbolo da maternidade
Durante o primeiro culto das mães, Anna enviou 500 cravos brancos, escolhidos por ela, para a igreja de Grafton. Em um telegrama para a congregação, ela declarou que todos deveriam receber a flor. As mães, em memória do dia, deveriam ganhar dois cravos. Para Anna, a brancura do cravo simbolizava pureza, fidelidade, amor, caridade e beleza. Durante os anos, Anna enviou mais de 10 mil cravos para a igreja, com o mesmo propósito. Os cravos passaram, posteriormente, a ser comercializados.

A mãe homenageada
A mãe de Anna, Ann Marie Reeves Jarvis (foto), chegou na West Virginia aos onze anos de idade. À época, o pai dela (avô de Anna), reverendo Josiah W. Reeves era um ministro da igreja metodista. Ann Marie casou-se com Granville E. Jarvis, filho de um ministro batista, em 1850, aos 17 anos. O casal teve Anna e mais seis filhos, mas somente quatro chegaram à vida adulta.

A mãe pioneira 
Anna não foi a primeira a sugerir a criação do Dia das Mães. Antes dela, em 1872, Julia Ward Howe (1819 - 1910), chegou a organizar em Boston um encontro de mães dedicado à paz. Howe, autora de "O Hino de Batalha da República”, e do famoso “Vencendo vem Jesus” (conhecido como “Glória, Glória, Aleluia!”) era casada com Samuel Gridley Howe, um líder em educação progressiva e também um abolicionista convicto.

No Brasil a idéia de Anna, de celebrar o Dia das Mães para fortalecer os laços familiares e o respeito pelos pais, foi adotada em mais de 40 países. Já no Brasil a data começou no Rio Grande do Sul. Promovida pela Associação Cristã de Moços de Porto Alegre, no dia 12 de maio de 1918, a data só foi oficializada em 1932, pelo presidente Getúlio Vargas. Anos mais tarde, em 1947, a data também foi incorporada no calendário oficial da Igreja Católica Brasileira pelo Dom Jaime de Barros Câmara, Cardeal-Arcebispo do Rio de Janeiro.


Alberto Rodrigues, é escritor,  pastor da  Comunidade Evangélica do Reino de Deus – Agudos/SP e conselheiro editorial do JCG,