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16 setembro, 2009

NOTÍCIA: TV Preve e Cidade Gospel fecham parceria

O Jornal Cidade Gospel fecha parceria com a TV Preve para a divulgação de sua programação evangelística transmitida nas madrugadas para Bauru e região. O objetivo, é fortalecer o trabalho de divulgação dos dois veículos integrando mídia impressa e televisiva na divulgação do Evangelho de Jesus.
"Para nós do Jornal Cidade Gospel é uma grata satisfação essa parceria entre o jornal e a TV Preve, afinal, buscamos o mesmo objetivo: levar informação de qualidade e cultura aos nossos expectadores" – enfatiza Liliana Correia, diretora do JCG.
A TV Preve é uma emissora educativa ligada ao Grupo Preve. No ar desde 1995, alcança grande parte da região de Bauru levando uma programação diversificada, repleta de programas jornalísticos e de interesse geral, contemplando: saúde, política, entrevistas e entretenimento - objetivando acima de tudo, valorizar as coisas e a gente da nossa região. Com uma programação de qualidade que chama ao raciocínio, a TV Preve já conquista a audiência da nossa região e se destaca com uma profissionais de alto gabarito.
A programação especial Evangélica vai ao ar todos os dias a partir da 0h30, onde os telespectadores podem assistir a diversos programas de vários ministérios da Região. Veja nesta edição a programação completa das madrugadas de evangelismo da nossa TV Preve.

22 agosto, 2009

JCG/AGOSTO: A Autoridade Divina


AUTORIDADE DE DEUS SUSTENTA O SEU TRONO. "O seu trono, ó Deus, é para todo o sempre..." (Sal. 45:6).
"Ele, que é o resplendor da glória e a expressão exata de seu Ser... No princípio, Senhor, lançaste os fundamentos da terra, e os céus são obra das tuas mãos; eles perecerão; tu, porém, permaneces..." (Heb. 1:3,10,11). Está aí a autoridade sem igual no universo! Nada a sobrepuja. Deus é autoridade em todas as coisas; toda autoridade foi instituída por Deus (Rom. 13:1-7).
Quando Satanás quis usurpar a autoridade divina, colocando o seu trono acima do trono de Deus, foi violada a autoridade de Deus; estabeleceu-se, então, o princípio de rebeldia (autoexaltação) que Deus condenou por ser um princípio satânico. Servir a Deus significa livrar-se totalmente desse princípio diabólico.
Paulo, depois de se encontrar com o Senhor na estrada de Damasco e cair ao chão, logo reconheceu Jesus como Senhor: "Quem és tu, Senhor"? Tendo se sujeitado à autoridade divina, se sujeita também a Ananias, autoridade delegada de Deus em Damasco. Deixa de ser o perseguidor do "Caminho" para passar a fazer parte do "Caminho".
Davi, por sua vez, podia matar a Saul que o perseguia, mas evitou. Na segunda vez Saul dormia e Davi conseguiu entrar no acampamento. Abisaí quis matar Saul com uma lança, mas Davi o proibiu com um juramento: "Quem haverá que estenda a mão contra o ungido do Senhor, e fique inocente"? (1Sam. 26:9).
Deus quer manifestar Sua soberana vontade ao mundo através da igreja, como corpo de Cristo. Os seus membros recebem Jesus como Senhor de suas vidas, assim como acontecera com Paulo, e passa ser testemunha da autoridade divina a aqueles que foram cegados por Satanás, para que eles também possam crer e submeterem-se.
Para que haja submissão é preciso que se reconheça o princípio da autoridade. E só a sujeição ao princípio da autoridade divina é capaz de matar o "ego". Só quando enviados sob a autoridade de Deus, investidos da unção do Espírito Santo, podemos nos considerar aptos para o trabalho de Deus. Jesus repreende aqueles que profetizam, expulsam demônios e acabam por fazer maravilhas em Seu nome. Pois estes obreiros que não estão sujeitos à autoridade têm como base de trabalho o seu próprio "ego", a sua própria "carne".
• O OBREIRO TEM QUE APRENDER A ESTAR SUJEITO
Lembremo-nos. Existem dois princípios: o da autoridade divina e o da rebeldia satânica. Não podemos servir a Deus e a Satanás. Como pode um obreiro fazer a sua própria vontade e ao mesmo tempo fazer a vontade de Deus? É realmente impossível. Ou servimos a um ou ao outro.
Aliás, todo ser humano devia aprender o princípio de sujeição à Deus para vir a se sujeitar às suas autoridades delegadas: professores, pais, guardas policiais, pastores, etc. Cada um devia saber quem está acima para logo passar a se sujeitar.
• MÚLTIPLAS DIVISÕES
As tantas divisões da Igreja, muitas delas são resultado da insubmissão! Já somos mais de seiscentas denominações evangélicas só em nosso país! E como fica a unidade da Igreja diante da oração sacerdotal de Cristo? "Não rogo somente por estes, mas também por aqueles que vierem a crer em mim, por intermédio da tua palavra; a fim de que todos sejam um; e como és tu, ó Pai, em mim e eu em ti, também eles, em nós; para que o mundo creia que tu me enviaste" (João 17:20,21). Há muito da apostasia dos últimos dias já prevalecendo! Há em múltiplos aspectos uma forte degringolada da sociedade humana nos nossos dias! Há até a preferência absurda de uma vida fácil de corrupção para se prosperar do que suar o rosto num trabalho honesto e sujeitar-se ao princípio de autoridade como a Bíblia ensina! Necessário que se restaure o princípio de autoridade divina a fim de que se aprenda obedecer, e a soberana vontade de Deus prevaleça para o benefício de todos nós.


Abílio Pinheiro Chagas
COMUNICAÇÃO E MISSÃO CRISTÃ
cmc@travelnet.com.br

11 agosto, 2009

HOMENAGEM PÓSTUMA: Pr. Nilton L. Baro

No último dia 10 de agosto, faleceu o pastor Nilton Paulo Lira Baro, pastor-fundador da Comunidade Vineyard de Bauru - duas vezes presidente do Conselho de Pastores Evangélicos de Bauru e Região, e também fundador e colaborador de muitos outros ministérios cristãos em nossa região. Pastor Nilton deixou a esposa, Maria Dora, os filhos Maressa, Paulo, Erika e Michele, além de quatro netos.
O cidadão Nilton Lira era natural de Bauru, descendente de espanhóis, foi criado na quadra dois da rua Araújo Leite, onde mais tarde, construiu sua casa e também seu consultório dentário. Formou-se dentista pela Faculdade de Odontologia de Bauru – USP, e nunca abandonou a profissão que tanto amava e à qual tanto se dedicou. Nos últimos anos, além do consultório particular, como funcionário público federal, era dentista do SMI – Serviço de Moléstias Infecciosas, atendendo especificamente pacientes HIV positivo.
Com espírito pioneiro, o Pastor Nilton fundou duas igrejas, a Comunidade Cristã de Piratininga e a Comunidade Cristã de Bauru, que se associaram à Vineyard International, vindo a ser as duas primeiras igrejas Vineyard no Brasil. Estas duas igrejas frutificaram em outras que foram plantadas em outras partes do país e também na organização da Vineyard Music Brasil, braço musical da igreja, cujas produções fonográficas estão espalhadas pelo Brasil e outros países de língua portuguesa.
Pastor Nilton foi também um dos fundadores do Esquadrão da Vida, atuando não apenas como membro da diretoria, mas também, oferecendo serviços gratuitos de odontologia, ensino bíblico, aconselhamento e oração. Além disso, foi o fundador do Capítulo da Adhonep - Associação de Homens de Negócios do Evangelho Pleno - em Bauru e foi o primeiro implementador dos cursos da Universidade da Família em Bauru, entre eles Casados para Sempre e Veredas Antigas. Foi sua também a iniciativa de trazer o ministério Desperta Débora para Bauru, e também, foi o contato principal para que o ministério JOCUM - Jovens Com Uma Missão trouxesse uma base para a cidade e estabelece-se aqui a Vila do Louvor. Durante sua vida de serviço cristão, o Pr. Nilton fez diversas viagens missionárias para China, Coréia do Sul, Estados Unidos, Bolívia, Costa Rica e outros países. Em algumas delas, como para a Europa e África, trabalhando como dentista-missionário, tratando dos dentes, mas também, da alma das pessoas.
Seu velório e funeral recebeu centenas de pessoas, que emocionadas, prestaram suas últimas homenagens e participaram de um culto de louvor a Deus, na Vineyard de Bauru. Durante a cerimônia, foram projetadas na tela as palavras do Apóstolo Paulo, em 2 Timóteo 4.7 que servem como memorial da vida deste incansável servo de Deus: "Combati o bom combate, acabei a corrida, guardei a fé". Leia abaixo algumas palavras proferidas pelos pastores que falaram na cerimônia:
“Nilton foi meu pai na fé. Ele me encontrou quanto minha vida estava arruinada e
falou do amor de Deus para mim, com palavras sim, mas especialmente com gestos
práticos de amor e bondade. Estou aqui hoje por causa dele. Os frutos de sua
vida são incontáveis, eu sou um deles” – Pedro Peres, pastor da Comunidade
Cristã Nova Aliança, em Agudos, SP

“Me lembro das palavras que ele disse quando eleito pela primeira vez como
presidente do Conselho de Pastores: ‘aprendi a nunca dizer não àquilo que Deus
me diz para fazer’. A marca de um homem de Deus é o legado que ele deixa. Pr.
Nilton se foi, mas deixa sua marca.“ – Edson Valentim, pastor da Igreja
Batista Bereana de Bauru, SP, e presidente do Conselho de Pastores Evangélicos
de Bauru e Região

"Um homem de coração quebrantado. Pastor Nilton, a quem conheci desde a
juventude sempre foi um homem quebrantado. Enquanto existem muitos hoje orando e falando alto, realizando grandes obras, devemos lembrar que Deus se alegra é com homens de coração quebrantado. Pastor Nilton era um desses homens, como poucos que já conheci” – José Walter Lelo Rodrigues, pastor da Igreja Manancial de Sião, em Bauru, SP.

“Pr. Nilton foi meu segundo pai”. – Milton Lucas, pastor da Comunidade Vineyard de Piratininga-SP e presidente da Vineyard Music Brasil. “Embora não entendamos completamente a partida de alguém tão querido como o Pr. Nilton. Confiamos em Deus e sabemos que através de sua vida Seu nome foi glorificado” – Levi Momesso, pastor da Igreja O Brasil Para Cristo.

“O Pr. Nilton foi exemplo de homem de Deus, no meio dos fiéis e infiéis.
Foi exemplo de integridade,fidelidade, amor pelo Senhor Jesus e amor pela obra de Deus e Reino de Deus. Também foi exemplo como filho, marido, pai e pastor” – David Asckar, pastor da Comunidade Vineyard de Bauru (por carta)


» Deixe registrada sua homenagem ao querido pr. Nilton.

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24 julho, 2009

JCG/JULHO: Louvor: De volta ao Lugar

"— Eu fui da linha protestante somente porque gostava das músicas, nada além disso. Cantei depois em uma Igreja de outra confissão porque gostava da música sacra... hoje sou desta religião porque me encontrei... a música para mim é uma entidade e quem me protege é..."
As palavras acima são apenas um trecho da entrevista dada há poucas semanas, por uma cantora de renome no Programa Sala de Notícias da TV Futura, quando perguntada pelo entrevistador sobre o que ela pensa da música.Como músico compositor, imergido neste universo desde a minha infância, não pude conter minha indignação ao perceber o quanto a música tem estado fora de lugar — ao ouvir um outro cantor também de renome, falando da música em entrevista na TV usando termos pejorativos sem contar os inúmeros palavrões citados durante a entrevista.Bem, mas até aqui, estamos falando daqueles que não temem a Deus, e não seria nenhuma surpresa para nós cristãos, perceber o quanto eles não entendem o valor da música.
Em 2006, quando da prensagem de meu CD em São Paulo, estava sentado na recepção da empresa que prestaria este serviço e mais uma indignação. Ao meu lado um jovem com sua mãe que puxa conversa perguntando-me se eu havia gravado, afirmei que sim, perguntaram o estilo, eu informei, quando de repente a mãe diz: — ah... Fulano também ia gravar um gospel. Eu fiquei contente e perguntei: de que Igreja vocês são? — Igreja? — se espantou a mãe. — De Igreja nenhuma. É que fulano tem uma voz boa e a "gravadora tal" disse que faria sucesso, então fizeram um estudo e acharam melhor que meu filho gravasse forró mesmo.
Talvez você leitor esteja pensando que a "gravadora tal" que ofereceu gravar "um gospel" com este não cristão é gravadora do mundo não é? Sinto em informar que não era uma gravadora secular. Pelo menos não no nome.
Em 2008 um programa de televisão, secular, apresentado aos sábados, fez um estudo e apresentou uma reportagem sobre o que mudou na música brasileira nestes últimos 10 anos. Sabe qual foi a resposta? Nada!
Eles chegaram à conclusão de que a música popular brasileira entrou em decadência nesta última década. Nenhuma letra criativa, apenas cópias, nenhum sucesso duradouro, apenas músicas descartáveis. Imediatamente pensei: se eles, não conhecendo o verdadeiro valor da música, chegaram a esta conclusão, será que nós, cristãos autênticos, instrumentos de Deus para entoar a verdadeira música, estamos no caminho certo?
A música está em todo lugar. No carro, no escritório, nas clínicas de terapia, no cinema, no ônibus, nas academias, etc...A música mexe com nossas emoções. A música, independente de onde é tocada, cria uma linguagem universal, ultrapassa barreiras, mas nem sempre ela está no devido lugar. A música é criação de Deus, para Deus! Não é nossa intenção aqui abranger este tema no universo secular, pois faltaria espaço, mas focaremos o universo cristão da adoração. Costumo dizer que "a voz ou o instrumento mais afinado do mundo é aquela ou aquele que agrada os ouvidos de Deus e é cantada ou tocada de coração". Tudo foi criado para a glória de Deus, inclusive a música.
Se pretendermos devolver a Música, ao seu devido lugar, precisamos começar com Deus. Seu poder, sua majestade, seus atributos. É para Ele, autor da música que cantamos.
Lembro-me quando criança, nos meus primeiros anos de música, sempre que tocava ou cantava algo para alguém, perguntava: o que você achou? Precisamos perguntar a Deus o que Ele pensa de nossa música. É para Ele. Lutero disse que a "música deve ser serva da palavra". (Colossenses 1.16) Daí entendemos que a música como serva, irá concordar com a Palavra de Deus e jamais contrariá-la. Devemos adorar através da música "em espírito e em verdade" (João 4.24)."Com o espírito, mas também com o entendimento" (1 Coríntios 14.15) O prefácio do Hinário Para o Culto Cristão registra: "o cântico reflete a fé, as tradições, os valores, as preferências, as doutrinas, os rumos e a espiritualidade de cada um de nós. Nosso cântico reflete quem somos e onde estamos, na peregrinação cristã".
Hoje é possível descobrir a teologia de uma Igreja apenas pelas letras de músicas que são cantadas.
Infelizmente, muitas Igrejas, nestes últimos anos, restringiram o universo da música, que deveria ser serva da Palavra, a apenas poucos temas da esfera cristã. Lembro-me que há 20 anos cantávamos sobre a volta de cristo. Quando foi a última vez que você ouviu ou cantou uma música que fala da volta de Cristo? Música com temas bíblicos sobre serviço cristão, dízimo e ofertas, missões, família, sacrifício, perdão, esperança, eram comum nos cultos. Antigamente, a meu ver, as músicas iniciavam com: eu te adoro, eu te sirvo, eu te espero, eu te amo, eu te exalto, eu te invoco, eu perdôo, eu te entrego tudo.
Hoje, muitas músicas, começam com: eu posso, eu quero, eu sinto, eu determino, eu vou. O centro muitas vezes tem sido o homem, e não Deus. Existem músicas que nem mesmo citam o nome de Jesus. Devemos fazer algumas perguntas se quisermos devolver a música de volta ao seu lugar: está de acordo com a Palavra de Deus? O centro é Deus e não o homem? Faz parte da história da vida de alguém? (Sl 102.18) reflete a fé genuína do povo de Deus? Tem teologia? Ensina? Exorta? Consola? Admoesta? Concorda com o tema do culto? Jesus é exaltado?
Música de volta ao lugar porque é para Deus. Música de volta ao lugar porque é serva da Palavra. Música de volta ao lugar no culto. A música deve estar em conformidade com o tema da mensagem de maneira que contribua para que o ouvinte compreenda a vontade de Deus para sua vida. Faltaria espaço para falar da música de volta ao lugar no culto cristão, mas podemos citar que jamais nos apresentaríamos diante de uma autoridade sem reverência. A música no culto, como serva da Palavra, deve ajudar os servos do Senhor a entrar em sua Santa Presença pela adoração, depois gratidão, passando pela confissão, invocação, comunhão e disposição para mudança de vida.
Infelizmente, em muitos lugares, têm faltado a boa ordem e decência musical. Alguns entram na presença do Pai, sem prestar-lhe a devida reverência. Música de volta ao lugar na mão de verdadeiros músicos.
Tive um aluno, não cristão, que não saía no fim de semana para economizar dinheiro e comprar a melhor guitarra e amplificador para sua música.
Este rapaz fora abandonado pelo pai ainda bebê. Morava com a mãe em um terreno doado pela prefeitura em uma casa muito humilde, mas quando a coisa era música, ele vinha a pé de sua casa para não gastar com ônibus, pagava sua mensalidade sempre em dia, nunca faltava as aulas, porque queria dar o melhor para sua paixão. Estudou dois anos e meio com afinco.
Música de volta ao lugar, nas mãos de verdadeiros músicos cristãos, que valorizam a música, que dão o melhor de si, que estudam e investem em sua paixão. Não fazem de qualquer jeito porque nosso Deus — criador da música — merece o melhor. Música de volta ao lugar na boca de verdadeiros cristãos que não pedem desculpa porque não ensaiaram, mas que ensaiam primeiro antes de cantar. Estudam, se esforçam, para apresentar o melhor ao Senhor. Melhor que o mundo faz para o mundo, como na história deste rapaz.
É preciso antes de um envolvimento no ministério de música, uma avaliação do talento musical e compromisso da pessoa em continuar se desenvolvendo na música, sob pena de prejudicar o ministério pela dificuldade musical ou pela acomodação.
Música de volta ao lugar na terminologia correta. Louvar é elogiar a Deus, e isto pode ser através de uma palavra, de um testemunho, de uma oração, poesia e também da música.
Daí o erro de dizer que vamos "louvar um hino". Nós louvamos a Deus através de um hino. Daí também o erro de chamarmos a "equipe de louvor", neste caso toda a Igreja deveria ir a frente, porque todos louvam através da música. O correto é "equipe de música".
Outro erro, é dizer que a música liberta. A música pode atuar na emoção, mas quem liberta é a Palavra de Deus crida no coração pela ação do Espírito Santo.
Quem se envolve com a música cristã de adoração, tem a responsabilidade de contribuir para que a música esteja de volta ao seu devido lugar na Adoração a Deus.
Não pode alguém que não tenha uma vida genuína com Deus, com sua família, com a sociedade, com a Igreja, seu pastor e líderes, ministrar a música, pois a música cristã exige santidade na vida. Tocar e cantar de qualquer jeito, o mundo faz, e faz "bem".
Há muito tempo dizem que o inimigo ataca o ministério de música na Igreja e que é muito difícil fazer parte do mesmo. Em minha opinião, na maioria dos casos, o inimigo está bem longe, o que está perto é o pecado, o orgulho, a falta de humildade, a falta do perdão, não permissão para o desenvolvimento do fruto do espírito na vida do crente, a falta de submissão à liderança.
A equipe de música da Igreja tem a responsabilidade de estudar música, ensaiar a música, compor música conforme a vontade do Senhor, contribuir para a Adoração do povo de Deus no culto.
Seria bom que a equipe de música fosse um pequeno grupo de discipulado cristão onde cada participante obrigatoriamente deveria se encontrar semanalmente para discipulado bíblico, treinamento técnico musical, liderança e aí sim, ensaios e ministração à Igreja. Agradeço o convite e o espaço que este veículo de comunicação e evangelização me concedeu. Deixo meu abraço e saudação cristã a você apaixonado por música, assim como eu. A Jesus, nossa única melodia.


Pr. Nilson Siqueira Dias,
Pastor da Igreja Batista Nova Esperança/Bauru